O Google lançou sua presença no mercado de browsers. Atitude interessante mas que para mim não quer dizer muita coisa. Ter um novo browser não muda muito (a minha) a vida dos desenvolvedores. Lembre-se que não importa quão bom seja o Firefox, Safari ou o Google Chrome, nós, desenvolvedores temos sempre que nivelar tudo por baixo, pelo Internet Explorer 6. Se o Chrome ou qualquer outro novo navegador ajudar com que o IE6 seja definitivamente descontinuado, eles serão bem-vindos. Continuar lendo »
121 ComentáriosNo início, fabricantes de browsers, W3C e desenvolvedores começaram quase que ao mesmo tempo.
Neste começo não brotaram desenvolvedores web do chão. Essa profissão não existia. Os primeiros que trabalharam nessa área, migraram de profissões parecidas: quem era programador desktop naquele tempo, começou a programar para web. Quem era designer de impresso, começou a fazer design para web. Continuar lendo »
7 ComentáriosQuando o Netscape e o Internet Explorer faziam a Guerra dos Browsers o principal objetivo era conquistar usuários. As formas que os dois utilizavam para adquirir adeptos eram prejudiciais para o desenvolvimento web. Basicamente o que os browsers faziam era criar códigos proprietários. Isso gerava um retrabalho terrível para os desenvolvedores. Se você tivesse 10 sites para gerenciar, na verdade seriam 20, por conta de ter a necessidade de haver uma versão para Netscape e outra para Internet Explorer. Isso gerava trabalho em dobro. Se houvesse alguma modificação no layout, texto ou programação, o desenvolvedor teria que atualizar as duas versões dos sites. Continuar lendo »
28 ComentáriosPara você se inteirar do assunto, leia Browser Targeting Version.
No artigo que recomendei acima, lá nos últimos parágrafos dei minha opinião sobre a antiga decisão da Microsoft:
Mesmo assim, acho que tudo deveria ser nivelado por cima. Porque os desenvolvedores que se preocupam e utilizam os Padrões da maneira correta, são os que devem marcar o browser? Não seria mais fácil criar uma metatag para marcar os sites que não devem ser renderizados com o suporte avançado de Padrões? Quem deve se preocupar, são os desenvolvedores que não dão a mínima para os Padrões. Eles sim devem trabalhar para deixar seus sites atualizados.
A Microsoft voltou atrás com a decisão do Browser Targeting Version. Continuar lendo »
38 ComentáriosPara que possamos entender melhor o assunto do IE8 e como ele tratará as páginas, é bom que possamos entender o que houve no passado. Se você se lembrar bem como foi entre os anos de 1999, 2000 e 2001, provavelmente você vai lembrar que durante algum tempo, tínhamos que nos virar para garantir a total compatibilidade dos nossos sites em diversos browsers. Os principais eram o IE5, IE6, Firefox e Opera. Era uma época que - como no começo da bolha - estava tudo acontecendo ao mesmo tempo. Os Padrões Web estavam virando moda, os browsers, pelo menos os mais inteligentes, estavam se virando para suportar os Padrões Continuar lendo »
33 ComentáriosEste assunto é muito abrangente e divertido de ser debatido.
Portanto, se você discordar deste texto, quero que lembre que é minha opinião… claro, sempre podemos mudar de idéia. ![]()
Para não viajarmos muito, vamos pegar como pauta deste texto, o ponto que discutimos na “Lições Sobre Semântica #3″.
O ponto era fazer títulos com imagens ou image-replacement?
Bem, felizmente temos uma base para nos guiar… O código deve ficar o mais semântico possível.
Se o código deve ser semântico, já sabemos que as tags Hn que são usadas para definir títulos não podem ser descartadas, então elas devem continuar.
Ótimo, sabendo disso, vamos analisar as opções:
Eu poderia colocar como opção a técnica de image-replacement com tag span. Acontece que a tag span, suja nosso código, e queremos ter um código descomplicado.
A solução seria:
<h1> <img src=”imagem.jpg” alt=”Texto” /> </h1>
Hmm… Essa solução é bastante atraente…
Se o usuário desabilitar as imagens, ou se por ventura a imagem aparecer quebrada, o texto alternativo (alt) irá aparecer no lugar da imagem.
Os browsers mais modernos como Firefox tratam esse texto como um texto normal, dando até para você selecionar. E esse texto pode ficar com o estilo que você definiu no CSS para a tag de título.
A solução seria:
<h1> Texto </h1>
E assim, sumir com o texto pelo css e colocar a imagem como background.
Essa solução é muito, muito atraente…
Seu código não fica sujo com tags span ou tags img. Se a pessoa entra no site com algum tipo de browser baseado em texto, ela não terá problemas… Existe um porém.
Se o usuário desabilitar apenas as imagens, o texto não aparece.
Mas, agora vem a vantagem que fará você decidir o que fazer.
Se você optar por Image-Replacement, você terá uma flexibilidade que se colocando apenas imagens, você não teria.
Imagine que você tenha um site grande, e que todos os títulos tem que usar uma fonte maluca que o designer escolheu… Fatalmente estes títulos terão que ser imagem.
Um certo dia, o cliente se encheu da fonte maluca e decidiu que a fonte dos títulos devem mudar para Verdana.
Se você tivesse colocado as imagens direto no código, você teria que procurar cada uma das imagens e mudar para texto.
Se você fez com image-replacement, bastava desabilitar a image do background e fazer o texto aparecer… Muito, mas muito mais fácil.
Agora é com você. Essa é a principal diferença.
Os robos de busca, indexam os texto alternativos das imagens bem como o texto do image-replacement, então, não há problemas com isso.
Como disse, o assunto é bastante abrangente. E não é só este “problema” que existe. Mas o importante é analisar o caso, e aplicar a melhor solução para o caso.
10 ComentáriosO Firefox é o browser do meu coracão. Não vivo mais sem suas extensões. Se você é desenvolvedor e usa Firefox, sabe do que estou falando.
Só que eu não sou apenas desenvolvedor. Nas horas vagas, sou gente normal. Gosto de passar uma parte do meu tempo navegando pelos meus sites prediletos. Por isso, eu gastava algumas horas procurando por extensões que me deixassem mais ligado em sites como Flickr, Twitter e Del.icio.us.
O Flock, durante algum tempo, tinha a promessa de ser um browser que facilitasse nossa relação com os serviços online. Até então, pelo menos para mim, ele não tinha alcançado este objetivo. Parece que tudo mudou de figura. Foi lançado a versão 1.0 do Flock para Windows, Mac e Linux e pelo menos até agora, estou gostando bastante.
Depois da instalação, ele me perguntou se eu gostaria de importar meus favoritos e outras configurações do Firefox ou Safari. Disse para pegar tudo do Firefox. Isso foi feito sem o menor problema.
Mesmo o Flock sendo baseado no Firefox, minha primeira preocupação foi testar as extensões que eu mais uso no Firefox. Nas versões anteriores do Flock, muitas delas davam defeitos e eu acabava não migrando de browser por conta disso. Mas agora, depois dos testes, parece que a versão 1.0 está totalmente estável para o uso de extensões do Firefox.
Instalei aqui: ColorZilla, Measureit, Web Developer, Gmail Manager, Mouse Gestures e FoxMarks. Todas elas funcionaram sem problemas.
Achei um pouco complicado de cadastrar meus serviços online. Demorei para notar que eu tinha que entrar no site do serviço, me deslogar e logar novamente para ele detectar o login e assim cadastrar no Flock. Entretanto, depois disso, tudo foi bem transparente. A interface é bem acabada, mesmo assim achei tudo bem apertado no painel lateral. Talvez exista a possibilidade de customizar essa opção.
Contudo, há muito o que melhorar com a interface para facilitar o uso de alguns serviços. Não descobri uma maneira fácil de dar Reply em mensagens do Twitter, a não ser digitando na unha. Ele também não dá nenhuma pista de qual seja o apelido dos usuários. O que dificulta se você quer responder a mensagem do seu amigo.
Já o uso do Flickr é sensacional desde as versões anteriores do Flock. Mesma coisa para o Del.icio.us e outros serviços. Foi implementado também serviços como YouTube.
O visual geral do Flock, na minha opinião, é melhor que a do Firefox. E há suporte para a instalação de outros temas.
Há uma parte que gostei muito chamada My World. Seria uma espécie de página onde você fica por dentro do seu “profile” do Flock. Confere suas contas de serviços, vê suas visitas e movimentações nos serviços cadastrados e etc…
Gostei bastante também da interface de blogging. Integrei o Flock com o WordPress do Tableless. Ficou mais fácil blogar.
Se você quiser testar o Flock, indico, pelo menos por agora. Vou dar mais pitaco sobre ele conforme vou usando pelo meu Twitter.
Tags: flock, browser, web, desenvolvimeto web, navegadores, internet
10 ComentáriosNo ar mais um podcast do BlogBits.
Desta vez com a presença de Bruno Torres, Leo Faoro, Rigonatti e Gui Leite. Nem eu nem o Danilo Medeiros participamos. Eu gostaria muito de ter participado. Falamos sobre ferramentas como o Google Adsense, Mercado Livre, Submarino e outras. Discutimos ainda um pouco sobre anúncios em Podcasts e outros assuntos, em um programa com 39 minutos e 17MB.
A melhor maneira de acompanhar o podcast é adicionar o feed em seu agregador favorito, mas você pode também baixar o programa em mp3 diretamente aqui.
Esse assunto é um muito polêmico… eu concordo totalmente com a opinião que o Bruno Torres expressou nesse podcast.
Algumas pessoas (ou Trolls?) sempre reclamam dos anúncios neste site. Engraçado que eles falam como se os anúncios fossem aqueles feitos em flash que viajam pela tela te impedindo de ler o artigo.
Eu coloquei algum limite para a propaganda aqui do Tableless. Os adsense do google sempre são textuais e aparecem no máximo 4 por página. O anúncio (a primeira imagem da coluna da esquerda) da Visie (minha empresa e do Elcio) não é abusivo. Os outros, Dreamhost, Firefox e etc, ficam lá embaixo na coluna da esquerda… Muito abaixo da dobra. Realmente não tenho idéia do que eles reclamam.
E você, o que acha?
Cuidado com as palavras e por favor, se identifique, anonimato eu bloqueio mesmo, não importando o conteúdo do comentário.
Nesse podcast falamos um pouco sobre o lançamento Opera 9 Preview… vocês perceberam que ele veio uma semana depois de sair o Beta 2 do IE7? ![]()
Falamos sobre o Wasabi! Tá sabendo?
Falamos sobre o Songbird: Um player de Mp3 Open Source baseado no motor do Firefox. Parece ser interessante, embora eu não tenha gostado muito do programa. Achei meio dificil.
Tamanho: ~27,2Mb
Tempo: ~29m43
Aconselhamos você a inscrever nosso Feed no seu agregador preferido, para facilitar seu acesso às novidades, ou simplesmente baixe o mp3 direto.
Estou me esforçando para que o arquivo fique o menor possível. Se você souber de algum bom programa que faça o trabalho de comprimir o arquivo mp3, por favor, diga.
52 ComentáriosQuem já teve que resolver alguns problemas de compatibilidade de layout para IE/Mac, sabe que não é fácil.
Mas agora, todos os problemas acabaram! O Microsoft anunciou que vai parar de dar suporte ao IE/Mac no dia 31 de Dezembro de 2005. E, em 31 de Janeiro de 2006, ele já não estará disponível para download.
Ótima notícia para todas as partes. Menos um browser que não segue os padrões para os desenvolvedores se preocuparem. O belo Safari, ganhará seu espaço, e fortalecerá sua competição com o Firefox. Ou seja, os desenvolvedores não precisam ter nem um favorito - qualquer que for o resultado, sairemos ganhando.
A próxima sombra de desespero que nos segue é o IE para Windows. Mais especificamente o IE 5. Pelas minhas contas (não sou bom em matemática), ele vai sair de linha no ano que vem. Pessoas atualizarão seus Windows, conseqüentemente o IE sobe para versão 6. Que é bem menos assustador.
Mais informações: A Final End to IE/Mac
obs.: Quer saber o mais legal?!
- It is recommended that Macintosh users migrate to more recent web browsing technologies such as Apple’s Safari.
Último parágrafo deste textinho lindo: Important information for microsoft Internet Explorer for mac users