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Boas práticas de Desenvolvimento com Padrões Web


Aplicações comem conteúdo. Só os bem tratados.

Uma das perguntas mais badaladas que costumo ouvir de clientes e até mesmo pessoas que acabaram de conhecer os Padrões é: Como tal site fica sempre em primeiro no Google? E a segunda pergunta que sempre ouço, vem depois da resposta da primeira pergunta: Só? Um dos fatores (não o único) para que o Google [...]

22/05/2006 por Diego Eis
19 Comentários

Uma das perguntas mais badaladas que costumo ouvir de clientes e até mesmo pessoas que acabaram de conhecer os Padrões é: Como tal site fica sempre em primeiro no Google?
E a segunda pergunta que sempre ouço, vem depois da resposta da primeira pergunta: Só?

Um dos fatores (não o único) para que o Google (ou qualquer outra aplicação “um pouco inteligente”) defina se algum site aparecerá no topo de suas buscas, é a maneira com que seu conteúdo é tratado.

Veja, é muito simples o raciocínio: O que aplicações como o Google procuram quando visitam o seu site? A resposta parece clara, não? Conteúdo. Ele procura conteúdo. O que mais ele procuraria?
Logo, ele vai ao seu site, indexa todo o conteúdo e o guarda para quando alguém fizer uma pesquisa, este conteúdo possa ser mostrado nos resultados.

Dependendo de como a página foi construída, alguns valores importantes podem ter sido perdidos. Partes do conteúdo são mais importantes que outras e seria interessante que as aplicações (como o Google) soubessem disso para que quando o usuário fizesse uma pesquisa, ele pudesse receber resultados mais específicos e exatos. Normalmente quando usamos a maneira antiga de desenvolvimento, nós não aplicamos nenhuma técnica para definir qual conteúdo é mais importante que outro. Logo, o Google (ou outra aplicação) indexa este conteúdo sem nenhum parâmetro de qual parte do texto é ou não importante.

Quando você faz um site com sua estrutura semanticamente exata, você gera significado que pode ser usado em muitas aplicações. Quando você marca um título com sua tag correta (h1, h2, h3 …), o Google sabe que aquilo é um título e então vai dar prioridade “x” a ele. Um leitor de tela para cegos, também sabe que aquilo é um título e então mudará a entonação ou usará qualquer outro método para indicar ao ouvinte que aquela pequena frase é algo importante. Uma aplicação que surgirá daqui a algum tempo, também poderá saber que aquilo é um título.

Portanto, se você faz um site que não usa tabelas para estruturas, mas faz algo parecido:

<div id="titulo1">Título</div>

Você não entendeu perfeitamente a alma do negócio.

Já passou por aqui:

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19 Comentários

Putcharles 22/05/2006 às 09:10

Perfeitamente…

Fazer um site tableless não significa que você programou seu site corretamente… Tem que haver coerência no uso das tags!

Pedro Rogério 22/05/2006 às 09:45

Semântica é a alma do negócio!!!

Alexandre 22/05/2006 às 10:25

Lembrando que isso é só coadjuvante no google. O pagerank considera muito mais os “votos” (links de outras páginas para o site procurado) do que a semântica.

Agora pasmem, se um site semanticamente correto tem links para um site gambiarrado, quem leva maior vantagem nisso é o gambiarrado! Enfim.. Faz sentido, por que um site bom linkaria um ruim? A gambiarra não impede que tenha um bom conteúdo.. (e isso prova que não precisa ser tão bem tratado)

Claro que uma semanticazinha sempre é vantagem né! Mas não é principal.

Arthur H. P. Furlan 22/05/2006 às 12:47

Lembrando que o Google leva em consideração muitos outros fatores além do conteúdo do site. Como por exemplo em quantos outros sites o seu site está linkado, dependendo da importância desses sites, o seu ganha “mais pontos”. A frequência com que as pessoas entram no seu site. O tempo que elas permanecem neles(eu não imagino como eles possam calcular isso, mas eles dizem que calculam). Quantas vezes as palavras digitadas aparecem no seu site. Entre outras…

Isso quer dizer que fazer com que o seu site consiga aparecer no topo do resultado de busca do Google não é tarefa fácil e o mais complicado é que os cálculos efetuados dependem de fatores que nem sempre estão ao alcance(pelo menos não diretamente ou imediatamente) do desenvolvedor.

Michael 23/05/2006 às 09:41

Tá, o google isso, o google aquilo…
É a melhor ferramenta de busca, sem dúvidas… mas como funcionam os outros? MSN, Yahoo! Será que vale a pena focarmos apenas no google? Eu nuca vi alguém falando o Yahoo! funciona lendo a semântica ou o MSN funciona com a quantidade de links. Não podemos esquecer que apesar de ser o melhor, o google não é o único sistema de buscas no mundo e muito menos o único usado pela massa…

dvd 23/05/2006 às 11:31

Michael, os outros buscadores, antes do Google inovar a maneira de buscar na internet, faziam buscas relacionadas ao texto q vc procura… eles pegavam as paginas indexadas e buscavam as ocorrencias das palavras que vc pediu no corpo ou cabeçalho das mesmas. Sem prioridade, etc….

aí, veio o Google, abalou geral, e os outros buscadores foram obrigados a copiar o engine dele, funcionando da mesma maneira….

até onde eu saiba, é isso… corrijam-me se eu tiver errado!

Diogo Galvão 24/05/2006 às 01:27

Não sei se sou eu, mas acho que os comentários tão saindo um pouco pela tangente.

Independente de ser o Google , a semântica é o que você pode oferecer de útil à aplicação; descordo completamente do Alexandre#2.

Os outros fatores como quantidade de palavras ou links de sites importantes apontando para o seu, etc, não tá muito no seu controle; a não ser vc trapaceie colocando as palavras principais repetidas vezes… mas aí já é outro estória.

O que eu acrescentaria é a importância das keywords e description como meta tags e o conteúdo principal o mais perto do topo (body) possível.

Aqui no Tableless por exemplo, eu faria algo como tirar o div “topo” do começo e colocá-lo como position absolute com top 0, digamos. Colocaria o div “conteudo” no começo de tudo com margin-top especificada como o height do “topo”. Atualmente estou considerando uma boa prática ;)

absd!

Glaucia 29/05/2006 às 22:21

Mamíferos…
vamos usar o protocolo Jack…por parte…

Semântica=Organização=Melhores
Resultados…seja no Google…seja no Yahoo! ou num browser para cegos…

Rs… desculpa pelo Mamíferos …é só para descontrair…O:-)

Davi Godoy 30/05/2006 às 16:24

Pessoal,

Ainda estou engatinhando neste mundo de padrões Web, infelizmente não temos muitas iniciativas, como esta, no sentido de UNIVERSALIZAR o desenvolvimento, cada vez mais rico, de aplicações para internet.

Gostaria de endossar a questão:

Muitas vezes, pecamos no desenvolvimento, principalmente HTML/CSS/etc… devido a falta de conhecimento de recursos e a informação a respeito dos mesmos.
Por exemplo, temos uma tag html que serve para criarmos menus (óbivio), utilizando-se também dos “sub-tags” .
Muitas vezes utilizamos um dentro de um div .
Tá certo que podemos julgar não aplicável esta opção, mas segue como exemplo de tag que nem conhecemos, mas que podem ajudar.

Fica ae um pequeno lembrete e incentivo, no sentido de buscarmos mais informações para um “desenvolvimento aplicável”.

Leandro Pereira de Godoi 16/06/2006 às 10:41

Aparecer no top do google exige “mão na massa”, ou seja, trabalhem muitos com as keywords, inserindo palavras que tratem bem o conteúdo do seu site, em segundo, nomeie sempre, as páginas na tag Title, em terceiro, cadastre seu site em diversos sites de busca.
Isso ajuda muito.

O engine do Google é de se falar…
Cadastrei com os mesmos meta tags no Yahoo e google e meu portal é mais buscado pelo Yahoo. Então, creio que utilizam critérios um pouco diferentes.

Guttemberg 24/06/2006 às 11:28

Ser encontrado mais facilmente, além de todas as colocações acima, está na quantidade de links na WEB apontando para o seu site. Isso faz com que empresas antigas que já possuem sites há quase dez anos, e que nunca se preocuparam em aparecer nas primeiras colocações nos motores de busca, apareçam com facilidade.

Assim, creio que uma boa iniciativa é buscar parcerias com amigos e conhecidos que possuam sites, e claro, ter seu código limpo, com referências no title, metatags, etc.

Rapha 25/06/2006 às 09:24

Não sei se existe algo como “browser para cegos”, mas existem os “screen readers”,que dependem da semântica para se guiarem perfeitamente na tela.

webstandards é bom demais!

Web Standards vs Tableless - Tableless 27/07/2006 às 22:09

[...] Aplicações comem conteúdos. Só os bem tratados [...]

Quais são as vantagens de se adotar os Padrões Web? « Blog do Jader 09/09/2006 às 01:03

[...] Mas, falando dos benefícios que os Padrões Web trazem em relação à acessibilidade, caímos novamente adivinha onde… Na semântica, é claro! Conteúdos bem tratados (leia-se: escritos de maneira semântica) fornecem informações mais precisas e exatas para robôs de busca, leitores de tela pra deficientes visuais, etc. Além disso, os sites que seguem os Padrões Web têm a vantagem de poder serem visualizados corretamente em diversos browsers, em diversas plataformas, e de diversos dispositivos. Isso é acessibilidade. [...]

SoucidadãO - 10/11/2006 às 04:44

Realmente ser conhecido na internet ou pelo menos citado em sites de busca não é uma tarefa fácil.
O Tableless busca dar a dica certa para quem busca vencer na net e, como diz Hudson Clédio, Diretor Presidente da SoucidadãO – “informação, é o passo primeiro dos que buscam a cidadania.” – O Tableless acaba por possibilitar a muitas pessoas dar esse primeiro passo para o sucesso.
A SoucidadãO, está buscando mecanismos para aparecer bem na net investindo num layout cheio de animações. Mas isso não basta para trabalhar com a Arte e a Cultura. Porém, sobreviver na rede, é o objetivo da SoucidadãO seus dois primeiros projetos: o Grupo Triohm e o Abóbora, um cachorro que apronta diabruras com seu dono (vale a pena ver a cara desse bicho), e diga-se de passagem, esse último projeto é bem audacioso Foi criado em 1986 por Hudson Clédio e foi revista PIUM da Oficina de Quadrinho e Cartum do Curso de Comunicação Social da UFC numa extensão do curso através de Geraldo Jesuíno, coordenador do curso, editor da revista, lenda viva do quadrinho brasileiro.
“Na época eu tinha apenas 14 anos e a PIUM era apenas um jornalzinho, mas sua repercussão no meio foi enorme e (Deus!), eu estava lá, entre grandes nomes do quadrinho cearense tais como o próprio Geraudo Jesuíno, que tocava a Oficina para frente, na garra!Outros grandes nomes dos quadrinhos nacional colaboravam. Dentre eles estava Sinfrônio (bancário na época), Falcão (isso mesmo! É aquele que se traja com aquelas roupas extravagantes e canta um brega cheio de humor e inteligência), Fernando Lima, PC, Bi, Silas (O incrível Silas), Walber Feijó, Gifoni, entre outros.” – diz Hudson Clédio.
Está de parabens toda a equipe que contribui para este site.

leocianconi 27/11/2006 às 21:45

Boa intenção, mas exemplo ruim.

Use a mesma lógica para um motor de busca interno ao seu site e verá a diferença de ter um conteúdo bem tratado!

Afinal, quem deseja que seu usuário consiga chegar ao seu site e não consiga achar outra informação (que vc possui)…

Ou pior, ouvir seu cliente falar do seu sistema estruturado “…eu acho pelo Google e não acho na sua busca!”

Olegário 21/08/2007 às 12:35

Não estou conseguindo fazer meu site aparecer nem nas primeiras páginas do Google. Ainda não entendi o que tenho que fazer para que ele apareça entre os primeiros, especialmente http://www.webcid.com.br/?pg=concursos

Olegário 09/03/2009 às 20:00

Muitas pessoas querem ganhar dinheiro e ficar rico. Muitas promessas surgem, muitas idéias circulam, mas temos que ter um filtro apuradíssimo para descobrir qual delas relamente vale a pena. Você quer ganhar dinheiro fácil? Eu também quero, mas sei que não é fácil. Tem que trabalhar e trabalhar muito. Se usarmos nossa criatividade podemos ganhar dinheiro trabalhando menos. Se usarmos nossa criatividade aliada ao trabalho podemos transformar um real em um milhão de reais.

Validar é importante?! | Boas práticas de Desenvolvimento com Padrões Web 21/07/2009 às 13:24

[...] Aplicações comem conteúdo, só os bem tratados. [...]