Quando você escreve um documento HTML (ou qualquer outra linguagem baseada em SGML) é necessário que especifiquemos o Charset utilizado. O Charset é o conjunto de caracteres utilizados para escrever o documento. Um jogo de caracteres consiste em ter 1) repertório com caracteres como a letra “A” ou o caractere Chinês que significa “água” e 2) uma posição de referência para cada um dos caracteres no repertório. Cada caractere é identificado e localizado por este código de posição. Por exemplo, na tabela ASCII, as posições 65, 66 e 67 se referem às letras A, B e C respectivamente. Continuar lendo »
11 ComentáriosQuando o Netscape e o Internet Explorer faziam a Guerra dos Browsers o principal objetivo era conquistar usuários. As formas que os dois utilizavam para adquirir adeptos eram prejudiciais para o desenvolvimento web. Basicamente o que os browsers faziam era criar códigos proprietários. Isso gerava um retrabalho terrível para os desenvolvedores. Se você tivesse 10 sites para gerenciar, na verdade seriam 20, por conta de ter a necessidade de haver uma versão para Netscape e outra para Internet Explorer. Isso gerava trabalho em dobro. Se houvesse alguma modificação no layout, texto ou programação, o desenvolvedor teria que atualizar as duas versões dos sites. Continuar lendo »
28 ComentáriosPara você se inteirar do assunto, leia Browser Targeting Version.
No artigo que recomendei acima, lá nos últimos parágrafos dei minha opinião sobre a antiga decisão da Microsoft:
Mesmo assim, acho que tudo deveria ser nivelado por cima. Porque os desenvolvedores que se preocupam e utilizam os Padrões da maneira correta, são os que devem marcar o browser? Não seria mais fácil criar uma metatag para marcar os sites que não devem ser renderizados com o suporte avançado de Padrões? Quem deve se preocupar, são os desenvolvedores que não dão a mínima para os Padrões. Eles sim devem trabalhar para deixar seus sites atualizados.
A Microsoft voltou atrás com a decisão do Browser Targeting Version. Continuar lendo »
36 ComentáriosJABÁ: Há algum tempo trabalhando com treinamento, tive a oportunidade de conhecer desenvolvedores das mais diversas empresas, em vários estados. E percebi que há diferenças muito grandes no nível de conhecimento. De um lado, os twitters, bloggers, antenados leitores de feeds sempre ligados na última novidade. De outro, os programadores que migraram com dificuldade de Win32 para a Web, e estão usando praticamente a mesma tecnologia há seis ou sete anos.
Não é incomum encontrar, por exemplo, equipes inteiras de desenvolvedores que não trabalham com controle de versão. Ou gente que nunca ouviu falar em testes unitários. Ou quem ainda acredita que simplesmente aprender UML vai resolver todos os seus problemas.
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