A maior parte dos desenvolvedores web, designers ou programadores, começaram antes do surgimento dos movimentos em prol dos padrões web, usando tabelas para montar layouts em editores WYSIWYG, e ainda hoje este método é usado na maioria dos projetos de internet. Logo, é natural que muita gente, ao começar a entender o valor dos padrões, se pergunte como migrar do desenvolvimento “tradicional” para o desenvolvimento de código semanticamente coerente.
É um caminho muito duro o que separa o desenvolvedor acostumado a editores visuais do desenvolvimento de código coerente. E é muito comum que o designer desista após uma primeira tentativa frustrada de desenvolver um website tableless, com layout CSS e XHTML validado.
Por isso gostaria de propor um caminho gradual, mais suave, para aqueles que querem se aventurar pela primeira vez pelos padrões web. O princípio desse método é da recompensa. Você pode obter um grande benefício aproximando seu código dos padrões web, mesmo que não faça tudo de uma vez. Quero mostrar como você pode começar, e obter benefícios imediatos.
A minha primeira recomendação é que você estude CSS. Comece pela formatação básica de fonte, cor e tamanho. Isso vai te garantir código menor e produtividade maior com pouquíssimo esforço.
Assim, ao criar um item de menu, você vai evitar códigos como este:
<a href="parceiros.asp"><font face="Arial, Helvetica, Sans-serif" size="2" color="#FF3300"><b>Parceiros</b></font></a>
Colocando no lugar:
<a href="parceiros.asp" class="menu">Parceiros</a>
Tendo no CSS:
.menu{
font-family: Arial, Helvetica, Sans-serif;
font-size: 80%;
font-weight: bold;
color:#FF3300;
}
Como você pode ver, o CSS é extremamente simples. Aprender esses quatro atributos, mais o “font-style” (para fazer itálico), é a primeira coisa que eu recomendo. É claro, isso apenas faz cócegas nas possibilidades do CSS, ainda há muito o que aprender, mas recomendo começar por aí porque é algo que você pode aprender em alguns minutos e vai te salvar muito, muito tempo. E você vai começar a ter o controle da formatação, tendo todas as definições de fonte em um único arquivo, podendo alterar, por exemplo, a qualquer momento, a fonte de todo o conteúdo ou de todos os menus do site.
O passo seguinte para limpar seu HTML é se livrar do spacer.gif, aquele gif transparente de 1 pixel que se usa para dar espaços em tabelas, e das dezenas de tabelas aninhadas. Para isso vamos começar a estudar o “box-model”.
O pulo-do-gato aqui é um atributo CSS chamado padding. O padding é a distância entre as bordas de um elemento e o texto dentro dele. Assim, se é preciso que o conteúdo de uma célula esteja a 10 pixels da borda esquerda, ao invés de inserir uma célula extra como espaçador, ou inserir mais uma tabela, basta definir uma classe para essa célula. Uma vez que você já está colocando a formatação no CSS, provavelmente esta célula já tem uma classe. Então basta:
.conteudo{
padding-left:10px;
}
Isso vai fazer com que o texto esteja a 10 pixels da borda esquerda do documento. Ah, claro, o CSS também pode livrar você de definir no HTML as bordas e o background das células de sua tabela. Lembre-se, quanto mais layout e formatação você colocar no CSS, mais controle terá sobre seu site, principalmente em mudanças de layout durante o processo de produção e em futuras manutenções. O site também será mais leve para carregar.
Concluímos então que, após aprender os atributos de formatação de fonte, o passo seguinte é aprender os atributos background, border e padding. Indo até aqui você com certeza será um desenvolvedor muito mais feliz! Depois de limpar seu HTML, ganhar controle sobre a formatação de seu site e se tornar muito mais produtivo, você está pronto para passar à segunda etapa, correndo atrás da semântica.
Muito bem, agora você já pode limpar seu código. Vamos estudar um exemplo prático. No começo de cada uma de suas páginas você tem um título, cujo código hoje é assim:
<font face="Arial, Helvetica, Sans-serif" size="4" color="#FFFF00"><b>Novidades</b></font>
Ao limpar esse código, você vai substituir esse monte de tags por uma só. Que tag você vai usar? Como o CSS te permite formatar qualquer elemento, muita gente que começa a estudar o assunto acha que é indiferente que tag usar, e coloca algo como:
<p class="titulo">Novidades</p>
Agora, veja bem, outro desenvolvedor poderia resolver o mesmo problema com:
<div class="titulo">Novidades</div>
E o resultado visual poderia ser o mesmo. Acontece que há algo na natureza do HTML que nos diz que tag usar. Chamamos esse algo de “semântica”: as tags do HTML tem significado. A tag P é para parágrafos, a tag DIV para divisões no conteúdo, e há uma série de tags para título, h1, h2, h3, h4, h5 e h6. Assim, se você pode usar qualquer tag, pode fazer assim:
<h1>Novidades</h1>
O que você ganha com essa preocupação? Os buscadores inteligentes podem ler semanticamente o conteúdo de um documento, entendendo que trecho de código é um título, por exemplo. Assim, escrever HTML semanticamente correto pode melhorar muito sua visibilidade em buscadores. O segundo bom motivo é que você vai saber para que serve cada tag se tiver que mexer nesse mesmo documento daqui a alguns meses. E vai ser mais fácil também se outra pessoa tiver que dar manutenção no seu código.
Logo, use as tags do HTML para aquilo para o que foram criadas:
Você pode obter uma lista mais abrangente em:
http://www.w3schools.com/xhtml/xhtml_reference.asp
E formate tudo ao seu gosto com CSS.
Não há bons motivos para você eliminar a qualquer custo todas as tabelas de seu primeiro trabalho. Conheço alguns excelentes profissionais, muito talentosos, que fizeram um ótimo trabalho em sua primeira tentativa de tableless. Mas a maioria dos que eu vi tentarem demoraram muito para conseguir da primeira vez, e alguns não obtiveram os resultados que esperavam. Isso tudo serve para que você possa produzir mais rápido e melhor, não o contrário. Então vá com calma. Faça alguns estudos em tableless, comece eliminando parte das tabelas em seus primeiros trabalhos. Por exemplo, remover as células de tabela que formam o menu, trocando por uma lista (com as tags ul e li), é um ótimo desafio para o primeiro projeto.
Ah, e não se esqueça que para dados como uma tabela periódica ou um calendário a solução semanticamente correta é a tabela mesmo. Ou seja, tableless não é ausência de tabelas, é o seu uso apenas onde é semanticamente justificável.
Não vou entrar em detalhes aqui, porque já escrevi bastante sobre como construir um layout no Tutorial Tableless Básico, mas o conselho é ir com calma, sem estresse. Você logo vai estar produzindo tableless mais fácil do que produz sites com tabelas.
Há uma coisa que muita gente que está começando me pergunta: o que é e para que serve esse tal de XHTML? É muito mais simples do que parece. Um arquivo XHTML é um arquivo HTML, que pode ser lido por qualquer browser. Não estamos falando de um novo HTML, com novas tags ou coisa assim. Pelo contrário, o XHTML 1 foi feito para funcionar mesmo em navegadores antigos. Mas, ao mesmo tempo, Um arquivo XHTML é também um arquivo XML válido, que pode ser lido por qualquer interpretador de XML.
Meu primeiro conselho, nesse caso, é que você, se não trabalha com XML, deixe preocupação com o XHTML para depois de dominar bem o código semântico e o layout tableless. Não porque seja complicado, pelo contrário, transformar bom HTML em XHTML é bem simples, mas simplesmente porque você pode obter benefícios muito significativos, e muito mais rapidamente, aprendendo CSS do que XHTML.
O segundo conselho é que você comece a estudar o assunto. Depois de dominar bem layouts CSS, mergulhe no XML. A maioria dos bancos de dados hoje permite extrair dados diretamente em XML e todas as plataformas de aplicações web trabalham bem com XML. E com a poderosa linguagem XSLT você pode muito facilmente oferecer seus os dados em XHTML para o navegador.
Estamos falando de muito mais do que criar sites estilosos. Há duas semanas esteve aqui um amigo com um Palm novo, um Zire 71, e um celular com acesso à internet. Isso está se tornando cada vez mais barato e comum. Conheço também uma porção de empresas e instituições, entre elas uma série significativa de TeleCentros e órgãos públicos, que estão adotando Linux como sistema operacional para desktops. O Google hoje é responsável por 90% do tráfego que meu site consegue de buscadores. É o primeiro colocado absoluto entre os buscadores. E conseguiu isso indexando semanticamente o conteúdo real dos sites. Praticamente todas as plataformas web estão oferendo suporte a XML e apostando na idéia de webservices.
Quem segue os padrões web não precisa ter medo do futuro. Não importa que browser vai ser o mais usado daqui a dois anos, que tecnologia vai estar na moda ou de onde as pessoas vão estar usando a internet. Seu site estará lá, leve, acessível, atual e útil.
6 ComentáriosSe você não quiser ler, mas ver como fazer, assista um vídeo. Neste vídeo é mostrado como fazer um menu horizontal com CSS. E se quiser aprender mais, visite o Campus Online e cadastre-se grátis para ver vídeos sobre desenvolvimento web.
Para fazer um menu horizontal que seja fácil de personalizar e de fazer manutenção?
Siga os passos abaixo, e descubra como é fácil.
Primeiramente faça um div e atribua uma ID para este div, neste exemplo nosso div se chamará “menu”. Dentro deste div, faça uma lista, esta lista deve conter as opções de seu menu:
<div id=”menu”>
<ul>
<li><a href=”">Primeiro</a></li>
<li><a href=”">Segundo</a></li>
<li><a href=”">Terceiro</a></li>
<li><a href=”">Quarto</a></li>
<li><a href=”">Quinto</a></li>
</ul>
</div>
Agora que já fizemos a estrutura do menu, vamos formatá-lo com css.
Primeiro, para podermos trabalhar melhor, vamos tirar o margin (margin:0px;\), o padding (padding:0px;\) e os Bullets das opções (list-style:none
da tag UL. Queremos que o UL seja uma barra de navegação certo? Então vamos fazer ele flutuar à esquerda (float:left), depois damos a ele a largura de 100% (width:100%;\), isso fará com que ele vire uma bloco. Veja o código css atribuído à tag UL:
#menu ul {
padding:0px;
margin:0px;
float: left;
width: 100%;
background-color:#EDEDED;
list-style:none;
}
Nosso menu ainda não está horizontal… agora é hora de resolver isso.
Para o nosso menu ficar horizontal, temos que fazer as suas opções ficarem uma ao lado da outra… para isso, basta atribuir um display:inline; para a tag LI… Isso fará todas as opções ficarem em uma linha horizontal:
#menu ul li { display: inline; }
Ótimo. Estamos quase acabando nosso menu horizontal, agora falta pouco.
Precisamos apenas formatar os links do menu para que eles não fiquem tão próximos um do outro. No css, faça que todos os links que estão dentro da tag LI (#menu ul li a) flutuem à esquerda (float:left;\), isso é necessário para que os links se transformem em bloco. Agora, dê um espaço entre a borda do menu e o texto, para isso use o padding (padding: 2px 10px;\).
Você pode aproveitar para definir o “visual” que deverá ter o link: cor de fundo, letra, etc…
Veja o código css que escrevemos neste passo.
#menu ul li a {
padding: 2px 10px;
float:left;
/* visual do link */
background-color:#EDEDED;
color: #333;
text-decoration: none;
border-bottom:3px solid #EDEDED;
}
Para finalizar, vamos apenas definir o que deverá acontecer com o link quando o usuário passar o mouse. Este passo dispensa explicações.
#menu ul li a:hover {
background-color:#D6D6D6;
color: #6D6D6D;
border-bottom:3px solid #EA0000;
}
Felizmente, com a ajuda dos Web Standards, o trabalho para criar um site ficou muito mais fácil, rápida e o mais importante, divertida.
Hoje, você troca de layout a hora que quiser, sem se preocupar em ter que refazer todo o código e programação. Eles já estão feitos, por que ter que recriá-los? Então, você troca apenas 1 arquivo CSS, e seu site muda completamente, sem dor de cabeça, apenas mudando a lente de formatação.
E com as qualidades do CSS, também se tornou fácil fazer várias vesões de um mesmo site para diversas medias. O que eu quero dizer com isso? Muito simples… Antes, se você quisesse prover para seu visitante uma versão do seu site para imprimir, você faria uma versão do seu layout mais enxuta, sem as informações que se tornariam desnecessárias uma vez impressas. Teria que refazer o HTML, tirar partes de código e etc… Hoje, você simplesmente cria um CSS para a media de impressão, e pelo CSS oculta os objetos que você quiser. Muito mais fácil, muito mais prático.
Do mesmo jeito que você faz uma versão do CSS para site ser impresso, você fará uma folha de estilo para os HandHelds. Ou seja, o camarada que entrar usando um dispositivo móvel, terá uma versão totalmente compatível, e sem informações que não lhe é interessante quando está usando esse dispositivo.
A mecanica é mesma. Com CSS você oculta as informações não são interessantes para o usuário de mobiles. Por exemplo, se o cidadão acessar o site da UOL com um mobile, não é interessante para ele, ver boa parte de cabeçalho do UOL. Como por exemplo os links de ASSINE UOL ou links para o BATE-PAPO. Essas informações seriam facilmente ocultadas.
Você fará então, várias versões de CSS para vários tipos de Medias. Usará o mesmo XHTML, sem tocar em nenhum código de programação, manipulando totalmente o site para se adequarem às Medias desejáveis.
Suas tags para linkar os arquivos CSS ficarão desta maneira:
Perceba que em todas as linhas, há um atributo MEDIA. É com esse atributo que diremos ao navegar onde ele deve aplicar o CSS. Se o camarada visita o site com um dispositivo móvel, com um navegador que seja de acordo com os Padrões (óbvio), vai usar automáticamente para renderizar o site, o CSS de HandHelds, em vez de Screen. Você não terá trabalho para fazer um script que chaveia nem nada parecido, como fazem alguns sites hoje em dia. Esse chaveamento será feito automáticamente, pelo navegador.
Trabalho? Quase zero. Você teve apenas que criar um novo CSS, escondendo objetos, diminuindo e modificando outros. Alguns mais ousados, farão uma versão que segue o estilo do site visto por desktops, mas mais direcionado a usuários de Mobiles, deixando mais confortáveis.
Compare as duas imagens abaixo. Usei como modelo o site do Opera, eles fizeram um belo trabalho. Primeiro, um screeshot do site visto de um monitor, com MediaType Screen.
Agora, confira o mesmo site, só que visto com o CSS destinado a HandHelds. Perceba as diferenças e veja que eles ocultaram boa parte das informações, como por exemplo, aquela chamada enorme sobre o download do Opera 8.5, que é interessante apenas para os usuários de Desktop, não para usuários de Mobiles.
Eles aproveitaram também para rebuscar o design para esses dispositivos. A experiência do usuário, com certeza será satisfatória. É confortável de navegar. Você pode trabalhar melhor outras partes do desenvolvimento, como por exemplo, estudos de usabilidade. Você tem toda liberdade que o CSS pode lhe dar.
Todas as propriedades do CSS estarão disposníveis para o uso na manipulação para qualquer media. Claro, na media screen é que você usará mais largamente os mais variados tipos de propriedades que o CSS concede. Na media screen, as propriedades que você mais usará será a WIDTH, HEIGHT e DISPLAY.
Width e Height são propriedades que serve para definir largura e altura, respectivamente. Elas tem duas variação, onde você define qual largura/altura máxima que dado objeto pode ter. São elas max-width e max-hight.
Então, você definirá no CSS de handheld, qual a largura máxima, que por exemplo, o body deverá ter.
body {max-width: 240px;}
Já a propriedade display, será muito usada para ocultar os objetos. Muitas informações que aparecem em alguma parte do layout, muitas vezes não são úteis para os usuários de mobiles, portanto, ocultar essas informações é um favor que você faz para os usuários.
Há algo sobre o assunto no site do Opera, não custa nada dar uma olhada… Visite e leia.
Você não precisa ter um dispositivo móvel para conseguir saber como seu site se comportará. Basta simplesmente usar o sistema de SSR do Opera, ele é ativado apertando a combinação de teclado SHIFT + F11.
Se você já tem um CSS para media de HandHeld, ele ativará automáticamente esse CSS no SSR.
Meu conselho é você primeiro tudo testar o site sem CSS para HandHeld para ter uma noção de como ele será exibido sem formatação específica. Depois, aplique um CSS para HandHelds, e compare a diferença. Veja como você tem mais controle sobre o layout.
E atenção… Não são todos os browsers que tem um sistema tão bom quanto o Opera. E, hoje em dia, apenas o Opera e o MiniMo (uma versão do Mozilla para mobiles) tem amplo suporte de CSS. O resto dos browsers tem pouca ou quase nenhum suporte. O IE para HandHeld por exemplo, não tem tanto suporte quanto os outros dois, por exemplo, ele não reconhece MediaTypes.
Vamos nos dar mais atenção a esse mercado. Ele está crescendo e a cada ano surgem novas possibilidades. É um ramo que cresce rápido, e não vai demorar muito você ver qualquer pessoa na rua visitando algum site para consultar um mapa ou procurar qualquer tipo de informação. É muito importante que os desenvolvedores atentem para esse grande caminho.
5 ComentáriosAcho que todos já ouviram falar de Web Semântica, para quem não ouviu, em poucas palavras é: Um projeto para organizar e estruturar a informação da WEB.
Ter uma Web com as suas informações todas “organizadas” é extremamente importante, isso facilita uma busca pela Web por informações mais precisas.
Para que seu arquivo possa ser lido por máquinas além de humanos é muito importante que você escreva um XHTML válido, com isso você está fazendo com que as informações do seu site fique mais acessível para as buscas, contribuindo para o projeto e principalmente melhorando as visitas do seu site.
O Doctype (Document Type Definition, vulgo DTD) é a primeira coisa que se deve escrever em um arquivo XHTML, ele vai na PRIMEIRA LINHA do seu documento, se você quiser ter um XML Válido, não devemos esquecê-lo, ele serve para informar ao browser que tipo de documento será visualizado, ok?
Existem 3 tipos:
Exemplo:
<!DOCTYPE html
PUBLIC “-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN”
“http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd”>
<html>
<head>
<title></title>
</head>
<body>
…
</body>
</html>
Quem já escreveu algum XML sabe que ele não funciona até que TODAS as tags estiverem bem fechadas, no HTML era diferente, muitas vezes deixávamos tags abertas, e ele funcionava que era uma beleza.
Para se fazer um XHTML válido, devemos fechar TODAS as tags:
Descobriram que fechando tags desta forma <br/>, não se sabe porque estava causando um problema no Netscape, mas apenas colocando um espaço antes da / o problema é solucionado.
Quem nunca viu um código fonte de um documento HTML escrito assim:
<A href=”http://tags.com.letras.minúsculas/” TARGET=”_BLANK”> </A>
Um documento XHTML deve ter TODAS as tags e seus respectivos atributos escritos com letra minúscula!
Esta regra é bem simples. Todos os atributos XHTML devem conter as benditas “ASPAS”.
O antigo atributo NAME foi substituído pelo atributo ID. Se seus usuários, clientes, etc, utilizam ainda antigos browsers, você pode sem problema nenhum utilizar as duas formas juntas durante neste período em que estamos migrando:
<img src=”imagem.gif” id=”imagem” name=”imagem” />
Não devemos esquecer também os atributos que escrevemos sem valor, por exemplo:
ERRADO:
<option selected>
<frame noresize>
<input checked>
<input readonly>
CERTO:
<option selected=”selected”>
<frame noresize=”noresize”>
<input checked=”checked”>
<input readonly=”readonly”>
E assim por diante.
Se você está migrando do HTML para o XHTML, o TIDY pode te dar uma forcinha.
O TIDY é uma ferramenta para validar e consertar códigos HTML, ele tem opções que você pode escolher qual a versão do HTML você quer validar, uma dessas opções é a XHTML. Se você já está escrevendo um XHTML e quer que seu código fique livre de todos os erros, o TIDY arruma para você.
Ele foi originalmente desenvolvido por Dave Raggett e hoje é mantido por um projeto de código aberto: SourceForge, por um grupo de voluntários.
Fazendo todas essas pequenas porém importantes regras, quer dizer, regras não, LEIS, você terá um belo de um documento XHTML válido, e acima de tudo, estará contribuindo para uma WEB melhor.
Como eu passei apenas o miolo, navegando nestes links poderão ser achados mais informações a respeito:
Para saber se seu documento XHTML é válido:
http://validator.w3.org
Tidy:
http://tidy.sourceforge.net/
http://www.w3.org/People/Raggett/tidy/
IES4Linux já existe a algum tempo. O IES4Linux usa o Wine, um programa parecido com o CrossOver. O diferencial é que você consegue usar uma aplicação do Windows sem ter que rodar toda aquela interface do desktop virtual.
No IES4Linux, foi desenvolvido pelo Sérgio Luís Lopes Júnior. Ele usa o Wine para instalar versões do Internet Explorer o Linux. Nós usamos esta versão aqui na Visie e funciona muito bem.
Uma versão foi lançada pelo Mike para MacOSX.
Instalei o IES4OSX e a instalação foi muito fácil, como no IES4Linux. Copiei a versão mais nova do Darwine para a pasta Applications. Depois baixei o pacote do IES4OSX, cliquei duas vezes, esperei instalar e pronto.
Por ser um tipo de emulação é normal ficar um pouco lerdo, entretanto, é rápido suficiente para testar as páginas dos sites.
Existem mais dois artigos antes deste que mostram outros meios para testar seus sites fora do Windows:
5 ComentáriosO Firefox é o browser do meu coracão. Não vivo mais sem suas extensões. Se você é desenvolvedor e usa Firefox, sabe do que estou falando.
Só que eu não sou apenas desenvolvedor. Nas horas vagas, sou gente normal. Gosto de passar uma parte do meu tempo navegando pelos meus sites prediletos. Por isso, eu gastava algumas horas procurando por extensões que me deixassem mais ligado em sites como Flickr, Twitter e Del.icio.us.
O Flock, durante algum tempo, tinha a promessa de ser um browser que facilitasse nossa relação com os serviços online. Até então, pelo menos para mim, ele não tinha alcançado este objetivo. Parece que tudo mudou de figura. Foi lançado a versão 1.0 do Flock para Windows, Mac e Linux e pelo menos até agora, estou gostando bastante.
Depois da instalação, ele me perguntou se eu gostaria de importar meus favoritos e outras configurações do Firefox ou Safari. Disse para pegar tudo do Firefox. Isso foi feito sem o menor problema.
Mesmo o Flock sendo baseado no Firefox, minha primeira preocupação foi testar as extensões que eu mais uso no Firefox. Nas versões anteriores do Flock, muitas delas davam defeitos e eu acabava não migrando de browser por conta disso. Mas agora, depois dos testes, parece que a versão 1.0 está totalmente estável para o uso de extensões do Firefox.
Instalei aqui: ColorZilla, Measureit, Web Developer, Gmail Manager, Mouse Gestures e FoxMarks. Todas elas funcionaram sem problemas.
Achei um pouco complicado de cadastrar meus serviços online. Demorei para notar que eu tinha que entrar no site do serviço, me deslogar e logar novamente para ele detectar o login e assim cadastrar no Flock. Entretanto, depois disso, tudo foi bem transparente. A interface é bem acabada, mesmo assim achei tudo bem apertado no painel lateral. Talvez exista a possibilidade de customizar essa opção.
Contudo, há muito o que melhorar com a interface para facilitar o uso de alguns serviços. Não descobri uma maneira fácil de dar Reply em mensagens do Twitter, a não ser digitando na unha. Ele também não dá nenhuma pista de qual seja o apelido dos usuários. O que dificulta se você quer responder a mensagem do seu amigo.
Já o uso do Flickr é sensacional desde as versões anteriores do Flock. Mesma coisa para o Del.icio.us e outros serviços. Foi implementado também serviços como YouTube.
O visual geral do Flock, na minha opinião, é melhor que a do Firefox. E há suporte para a instalação de outros temas.
Há uma parte que gostei muito chamada My World. Seria uma espécie de página onde você fica por dentro do seu “profile” do Flock. Confere suas contas de serviços, vê suas visitas e movimentações nos serviços cadastrados e etc…
Gostei bastante também da interface de blogging. Integrei o Flock com o WordPress do Tableless. Ficou mais fácil blogar.
Se você quiser testar o Flock, indico, pelo menos por agora. Vou dar mais pitaco sobre ele conforme vou usando pelo meu Twitter.
Tags: flock, browser, web, desenvolvimeto web, navegadores, internet
10 Comentários